Meu nome é Emi Satori. Sou filha de japoneses e brasileiros, e cresci entre duas culturas: a disciplina do Japão e a criatividade do Brasil.
Durante muitos anos, visitei parentes no Japão. E toda vez que voltava, uma pergunta ficava na minha cabeça: por que as crianças japonesas aprendem matemática com tanta facilidade, enquanto tantas crianças brasileiras sofrem com contas simples?
No começo, eu também achava que era inteligência. Mas não era. A diferença estava no método. No Japão, a criança aprende em pequenos passos, repete o suficiente para ganhar segurança e avança só quando domina a etapa anterior — construindo uma base forte entre os 4 e 9 anos.
“A criança brasileira não é menos capaz. Ela só está sendo ensinada do jeito errado.”
Foi por isso que nasceu o Método Satori: a disciplina japonesa, adaptada para as famílias brasileiras. Porque quando a base muda, o futuro da criança também muda.